Plano de negócio · Rodada · Setembro de 2026

A plataforma de educação da construção industrializada.

Cursos, trilhas, mentorias e uma comunidade de negócios para quem projeta, fabrica, monta e gere a nova construção civil. Produzidos em estúdio com os melhores especialistas do setor. A produção é paga por quem fornece ao setor; o tráfego se paga com os cursos de entrada; a equipe cresce com a receita.

Realização ITIE · ConstrutivaProvider buildingSMARTExpo Construção Off-Site
Assista · 2 minITIE: a instituição que já forma o setor
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814
leads gravados entre abril e setembro de 2026 com cerca de R$ 10 mil de mídia
Supabase · 11/09/2026
R$ 17,65
custo por cadastro real, auditado no CRM (R$ 14,54 na fase de aquisição)
Meta Ads · campanha auditada
17,4%
das visitas à página viram cadastro; 93% de quem começa o formulário conclui
Relatório de campanha · ago/2026
700+
marcas expositoras em 7 edições da Expo Construção Off-Site, coidealizada pelo ITIE
Expo Off-Site · 2026

O negócio se paga desde 2027EBITDA positivo sustentado a partir de julho de 2027, sem aporte. Caixa mínimo de R$ 81 mil.

A produção é paga pela indústriaCotas de merchandising cobrem 100% da produção. Nenhum curso entra em produção sem cota.

O tráfego se pagaOs cursos de entrada devolvem a mídia; o que devolvem vira a mídia do mês seguinte. A escada é o lucro.

O capital compra velocidadeR$ 1,5 mi levam a receita de 2027 de R$ 5,7 mi para R$ 10,2 mi. A rodada não cobre prejuízo.

Por que agora

A construção está saindo do canteiro e entrando na fábrica. Falta quem saiba fazer isso.

Três forças convergem no mesmo momento, e nenhuma delas depende de nós.

Força 1 · Mão de obra
71%

das empresas citam a falta de gente qualificada como o principal gargalo

Obras de médio e grande porte registraram déficits de até 30% na força de trabalho em 2025. A escassez "impediu a adoção de novas tecnologias, como o BIM". Industrializar é a resposta do setor à falta de gente, e industrializar exige formação nova.

Força 2 · Regulação
2028

terceira fase do Decreto 10.306: BIM obrigatório em toda obra federal

Fase 1 em 2021 (projeto), fase 2 em 2024 (execução e gestão de obra), fase 3 em 2028 (gestão do ativo). A Lei 14.133/2021 dá ao BIM uso preferencial nas licitações. Quem contrata com o poder público precisa de gente certificada.

Força 3 · Demanda
+60%

de crescimento no uso de steel frame nos últimos anos (ABCEM)

O Minha Casa, Minha Vida teve orçamento recorde de R$ 180 bilhões em 2025 e meta de 3 milhões de unidades até 2026. Velocidade dessa ordem só a fábrica entrega. O mercado modular da América Latina foi estimado em US$ 7,9 bilhões em 2025.

O problema

O ensino é fragmentado por sistema e por fabricante

  • Cada fabricante ensina o seu sistema; cada software ensina a sua ferramenta. Ninguém ensina a combinar.
  • Não existe trilha. O engenheiro que quer migrar não tem por onde começar nem onde chegar.
  • Não existe comunidade de negócio. Quem quer empreender em construção industrializada não tem onde encontrar pares, fornecedores e clientes.
  • A produção é pobre. Gravação de tela e palestra em auditório, para um conteúdo de altíssima complexidade técnica.
A tese da casa

"Os sistemas industrializados se complementam, não competem."

É a tese do ITIE desde a primeira Expo Off-Site, e é exatamente o vazio do mercado: uma escola que não vende um sistema construtivo, mas ensina integração de sistemas. Steel frame, wood frame, pré-fabricado de concreto, madeira engenheirada, modular e BIM, com o mesmo rigor e na mesma trilha.

A promessa ao aluno é a do Madeira Estrutural: "Certificado, todo curso entrega. Competência demonstrada é outra coisa."

O produto

Uma escada, não um catálogo.

Cada curso vende sozinho e compõe uma trilha. Quem entra por um curso rápido recebe crédito para subir de degrau. O curso rápido sozinho não paga a aquisição; a escada paga.

Ver a demo da home da plataforma
Gratuito
Aulas abertas, lives, comunidade aberta no WhatsApp, materiais técnicos. Já roda hoje.
R$ 0
Cursos rápidos e eventos pagos
4 a 10 horas, um problema por curso: fundamentos do steel frame, orçamento de obra industrializada, do projeto à fabricação em madeira. É a porta de entrada paga: o que ela devolve vira a mídia do mês seguinte.
R$ 197 – 497
Formações
20 a 40 horas com certificado. O BIM Foundation Preparatório (buildingSMART) já está aqui, vendendo a R$ 940.
R$ 940 – 1.490
Trilhas
80 a 120 horas: gravado, ao vivo, projeto real e banca. Madeira Estrutural (100 h, 8 módulos) é a primeira, já estruturada.
R$ 4.900
Mentorias e imersões
Grupos pequenos com o expert; imersões presenciais em fábrica.
R$ 7.900
Pós-graduação
Lato sensu com IES parceira. A Pós BIM Ágil (432 h, 12 módulos, Faculdade Cândido Mendes) está pronta para abrir turma.
24× R$ 500
Comunidade
Assinatura: biblioteca técnica viva, lives mensais, diretório de fornecedores, grupos por papel, rodadas de negócio.
R$ 59 / mês
B2B
Trilhas por papel para construtoras e incorporadoras; formação da rede de instaladores e representantes das fábricas; convênios com conselhos.
R$ 42 – 58 mil / ano
Padrão de produção

Estúdio, câmera dentro da fábrica, zero do caixa.

Padrão cinematográfico: câmeras de cinema, luz, som, cenografia. E o que nenhum curso de tela consegue: a linha, a máquina e a montagem gravadas na planta do parceiro. Cada produção é paga por fornecedores e patrocinadores antes de começar.

Todo conceito tem um "onde isso te morde". O aluno sai com um produto, não com um certificado.

AssistaEstúdio Criacore: o padrão de produção dos cursos
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Comunidade de desenvolvedores

A rede de quem constrói o setor

Não é fórum de dúvidas. Donos de construtoras que estão industrializando, fundadores de fábricas de painéis, escritórios de projeto para fabricação, incorporadores que compram offsite, fornecedores. Grupos por papel, rodadas de negócio, encontros na Expo Off-Site.

Seis eixos do catálogo
  • BIM e gestão da informação (base existente)
  • Madeira engenheirada: Glulam, CLT, LVL, wood frame
  • Steel frame e estruturas leves
  • Pré-fabricados de concreto e modular
  • Integração de sistemas
  • Negócio: custo industrial, incorporação offsite, licitação com BIM
Tecnologia

Plataforma de mercado no lançamento, própria em 2028

Sem capex no início. A plataforma própria, paga pelo caixa, nasce sobre a infraestrutura que a casa já opera (CRM, WhatsApp, atribuição), porque os dados do aluno e a comunidade são o ativo estratégico e o B2B exige multi-tenant.

O modelo

A indústria financia a produção. O aluno de hoje é o especificador de amanhã.

Quem faz uma trilha de steel frame vai especificar perfis, placas, isolamento, fixadores e máquinas pelo resto da carreira. Para o fabricante, estar dentro do curso é presença na decisão de compra na origem.

1 · Parceiro
Fábrica ou fornecedor

Paga a produção em cotas de merchandising: R$ 40 mil por curso rápido, R$ 110 mil por formação, R$ 320 mil por trilha. Vários parceiros por curso.

2 · Produção
Estúdio + fábrica

A cota banca 100% da produção cinematográfica. A planta do parceiro vira set; o produto vira referência didática. Nada sai do caixa.

3 · Currículo
Coordenação acadêmica

Independência editorial por contrato. Nenhum curso ensina um sistema só; a comparação é técnica e aberta.

4 · Aluno
Profissional e empresa

Aprende com o material real, na escala real. Recebe oferta exclusiva do parceiro. Consentimento sempre explícito.

5 · Retorno
Marca, bônus e contato

Marca dentro das aulas, bônus com lista de fornecedores e canal de contato, perfil agregado dos alunos e o primeiro contato com quem vai comprar.

Cotas 2026–2031 · base
R$ 12,8 mi

em cotas: R$ 8,9 mi pagam 100% da produção de 70 cursos, 23 formações e 11 trilhas; R$ 3,9 mi de patrocínio institucional a partir de 2028.

Candidatos naturais

As marcas que já expõem na Expo Off-Site e as empresas dos experts que já lecionam com a casa: fabricantes de perfis e placas, madeira engenheirada, pré-fabricados, máquinas para fabricação, software de engenharia.

Marco que valida o modelo
4 cursos pagos

por patrocínio ainda em 2026, antes do lançamento. É o primeiro gatilho do plano e o primeiro teste da tese.

O ciclo que se paga: o que R$ 2.000 de mídia devolvem

Regime de 2028, cenário base. Cem leads pagos a R$ 20. O front-end devolve quase toda a mídia; a escada e a comunidade são o lucro. O que o front-end devolve vira a mídia do mês seguinte, e nada além de uma semente de R$ 12 mil por mês sai do caixa.

Mídia
R$ 2.000

100 leads pagos a R$ 20 (hoje: R$ 17,65 real).

Front-end devolve
R$ 1.850

6 compradores de curso rápido, 1,5 curso cada: R$ 3.123 brutos, R$ 1.850 líquidos após taxas, impostos e expert. 93% da mídia de volta.

A escada paga
R$ 3.264

2,8 compradores sobem para formação, trilha ou mentoria: R$ 5.509 brutos, R$ 3.264 líquidos.

Comunidade
R$ 1.721

2 assinantes, 20 meses de vida média. Total: R$ 6.835 líquidos por R$ 2.000, R$ 3,4 por R$ 1.

De cada R$ 100 vendidos num curso

Três papéis, uma regra clara. O patrocinador de indústria paga pela presença e não participa da receita; o investidor de produção aporta o custo de um curso e participa até recuperar o dobro.

8 13 20 16 43
R$ 8 · Taxas de pagamento e checkout (8% do bruto)
R$ 13 · Impostos (13% do bruto, Lucro Presumido; validar com o contador)
R$ 20 · Expert — 25% da receita líquida (30% quando traz a audiência)
R$ 16 · Investidor de produção — 20% da líquida até 2× o aporte; depois 8% por 5 anos
R$ 43 · Produtor (Construtiva) — 55% da líquida: mídia, plataforma, suporte, vendas, produção
Tração

O funil já existe e já está medido.

Entre abril e setembro de 2026, sem plataforma e com cerca de R$ 10 mil de mídia, a casa gravou 814 leads. A demanda é individual, nacional, chega pelo celular e quer credencial.

AssistaBIM Foundation: o produto que já vende a R$ 940
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O que já roda

Um produto vendendo, um funil calibrado, uma base com consentimento.

O BIM Foundation Preparatório vende a R$ 940 (12× R$ 99) com convênio Crea-TO a R$ 752. A campanha da aula gratuita entregou 273 cadastros auditados a R$ 17,65 cada, com 17,4% de conversão na página. 643 contatos já estão no CRM e no WhatsApp oficial da casa.

É o degrau "Formações" da escada, já em produção. Os degraus de cima nascem sobre ele.

Leads gravados por mês

Supabase compartilhado das LPs · setembro parcial, até 11/09
63%
engenheiros e arquitetos; 19% estudantes
68%
querem certificação; 9% querem "investir agora"
83%
autônomos ou pequenas empresas: compra individual, não corporativa
43%
fora do Sudeste e do Sul: demanda nacional, alcançável só online
buildingSMART

O ITIE é provider credenciado da certificação internacional. O BIM Foundation Preparatório já vende a R$ 940.

Expo Construção Off-Site

7 edições, 700+ marcas, Escola Expo Off-Site com 150 participantes por dia. A maior feira do setor na América Latina.

Conselhos e IES

Convênio Crea-TO ativo (20%), minuta com o CREA-SC, Faculdade Cândido Mendes na pós, AltoQI como parceira tecnológica.

Máquina de aquisição

Pixel com histórico, CRM próprio, WhatsApp oficial (qualidade GREEN), 643 contatos sincronizados, 7 templates aprovados.

Mercado

1,4 milhão de profissionais registrados. Nenhuma plataforma dedicada.

TAM
1,4 mi

profissionais ativos: 1,15 milhão no sistema CONFEA/CREA e 245 mil no CAU.

SAM
614 mil

engenheiros civis (369 mil) e arquitetos (245 mil): o núcleo que projeta, fabrica e gere. A R$ 1.400 por aluno/ano, ≈ R$ 860 mi de potencial B2C.

SOM 2031 · base
2,9%

do SAM: 18.056 alunos pagantes no ano. Sem contar B2B, parcerias e comunidade.

Expansão
US$ 7,9 bi

é o mercado modular da América Latina (2025). Versão em espanhol a partir de 2029, pela ponte da Expo Off-Site.

Substitutos
  • Cursos de software: ensinam ferramenta, não método.
  • Academias de fabricantes: ensinam um sistema só.
  • Pós-graduações genéricas em BIM e o ensino informal no YouTube.
  • Plataformas generalistas (Alura, Descomplica, Hotmart): sem o conteúdo nem a rede do setor.
A barreira que construímos

Não é o conteúdo isolado, que se copia. É a combinação de rede (feira, provider, conselhos), catálogo integrado em escada e comunidade de negócios. Cada parceiro de indústria e cada aluno formado aumenta o custo de replicar.

Referência de escala no país: a Alura chegou a R$ 500 milhões de receita ensinando tecnologia, metade em B2B.

Projeções

Modelo mensal, outubro de 2026 a dezembro de 2031.

Toda premissa está declarada no arquivo do modelo. Três regras estruturais: a mídia de cada mês é o que o front-end devolveu no mês anterior; a produção entra como cota e sai como custo; a folha é 20% da receita do mês anterior, a partir de R$ 120 mil/mês. Antes disso, os sócios operam.

receita bruta em 2031
EBITDA em 2031
EBITDA positivo de forma sustentada a partir de
caixa mínimo

Receita bruta por ano

R$ · 2026 é só o 4º trimestre
Cursos, trilhas e pós (B2C)B2B e eventosComunidadeParcerias de indústria

EBITDA por ano

R$ · antes de capex

Caixa acumulado, mês a mês

R$ · o ponto marca o caixa mínimo

Alunos pagantes por ano

novas matrículas B2C no ano, incluindo pós
Demonstrativo anual do cenário selecionado
Economia unitária · regime 2028

Custo por lead R$ 20 · o front-end devolve 93% da mídia · valor líquido de 100 leads em 12 meses R$ 6.835 · retorno por R$ 1 de mídia R$ 3,4.

Por aluno pagante

CAC R$ 203 · receita B2C no ano R$ 1.140 · margem bruta de curso após taxas, impostos e expert 59% · LTV/CAC ≈ 3,3× sem contar comunidade.

O que mais move o número

A conversão do front-end (6% dos leads; abaixo de 4,5% o tráfego deixa de se pagar e o ciclo para de crescer), a cobertura da produção pelas cotas, o preenchimento das turmas da pós a 24× R$ 500, e o B2B, a premissa com menos lastro histórico.

A rodada

O negócio se paga desde o primeiro ano. O capital compra velocidade.

Sem aporte, o cenário base fecha 2027 no azul com caixa mínimo de R$ 81 mil. A rodada não existe para cobrir prejuízo: existe para chegar em 2028 com o dobro do tamanho.

R$ 1,5
milhão

Aporte único na assinatura, 4º trimestre de 2026. No modelo, o cenário acelerado consome no máximo R$ 0,36 mi do aporte antes de a receita repor; o restante é reserva para o descasamento de recebíveis e para o cenário conservador, que precisa de R$ 0,84 mi de fôlego.

+R$ 4,5 mi
de receita em 2027

R$ 10,2 mi contra R$ 5,7 mi no base. 8.064 alunos pagantes contra 3.716.

+R$ 8,1 mi
de receita em 2031

R$ 44,5 mi contra R$ 36,4 mi. EBITDA de R$ 8,7 mi (20%) contra R$ 5,5 mi (15%).

R$ 22,4 mi
de caixa acumulado em 2031

contra R$ 13,3 mi sem o aporte. O capital volta multiplicado antes do quinto ano.

O que o aporte compra

48% 24% 21% 7%
R$ 0,72 mi · Semente de mídia acelerada — R$ 60 mil/mês extras em 2027 além do que o front-end devolve; o ciclo começa maior
R$ 0,36 mi · Contratação antecipada — produção, tráfego e sucesso do aluno contratados antes do gatilho de receita
R$ 0,32 mi · Uma trilha antes da cota — a segunda trilha completa produzida em 2027 sem esperar o patrocínio fechar
R$ 0,10 mi · Reserva — descasamento de recebíveis do parcelamento
Retorno · ilustrativo

Se R$ 1,5 mi corresponderem a 10% do capital, a avaliação pós-investimento é de R$ 15 mi. No cenário acelerado, em 2031 a empresa fatura R$ 44,5 mi com EBITDA de R$ 8,7 mi e R$ 22,4 mi em caixa; a múltiplos de referência de 2–3× a receita, 10% valeriam entre R$ 8,9 e R$ 13,4 mi. Mesmo no cenário base sem aporte (R$ 36,4 mi de receita), a participação valeria entre R$ 7,3 e R$ 10,9 mi.

A estrutura (equity, mútuo conversível, percentual) é decisão dos sócios com assessoria jurídica. O investidor de perfil industrial pode entrar também como Parceiro de Plataforma, com presença comercial imediata e sem diluição. Projeção sobre premissas declaradas, não promessa.

Marcos

Dez 2026
Fase 0 concluída

4 cursos rápidos pagos por patrocínio e gravados · front-end pago em teste com R$ 12 mil/mês · plataforma de mercado no ar

Mar 2027
Lançamento público

8 cursos no ar · comunidade aberta · primeira turma da pós a 24× R$ 500 · ROAS do front-end validado (meta ≥ 1,2)

Jul 2027
EBITDA positivo sustentado

A receita passa de R$ 120 mil/mês e começa a contratar. Ano fecha com 14+ cursos, 3 formações, 1 trilha, ~3.700 alunos pagantes e R$ 5,7 mi

Dez 2028
Plataforma própria

Paga pelo caixa · 9.300 alunos no ano · 10 contratos B2B · 2 trilhas · R$ 14,1 mi · 11% de EBITDA

2029
Espanhol

Versão em espanhol · primeiros parceiros no Chile e na Colômbia · 25 contratos B2B · R$ 22,0 mi

2031
Escala

18 mil alunos/ano · 80 contratos B2B · 5,7 mil assinantes · R$ 36,4 mi · 15% de EBITDA · R$ 13,3 mi em caixa

Quem faz

Quem faz, ensina. Quem aprende, faz.

A instituição que já forma o setor, a coordenação acadêmica e a operação de crescimento. A equipe inicial são os sócios, remunerados pelo resultado; a partir de R$ 120 mil/mês de receita, 20% da receita do mês anterior vira contratação. A receita paga a equipe, nunca o contrário.

ITIE
Realização · instituto

ITIE

Instituto de Tecnologias de Industrialização das Edificações. Único instituto no Brasil dedicado exclusivamente à industrialização da construção. Não vende um sistema construtivo: ensina integração de sistemas.

  • Provider credenciado da buildingSMART International para a certificação BIM Foundation
  • Coidealizador da Expo Construção Off-Site, a maior feira do setor na América Latina
  • Pós-graduações em construção industrializada com IES parceira; convênios com conselhos profissionais
7edições da Expo Off-Site
700+marcas expositoras
150alunos/dia na Escola da feira
MT
Direção acadêmica

Maria Teresa Fernandes

Diretora pedagógica do ITIE e diretora acadêmica da Construtiva. Coordenadora pedagógica da certificação International Foundation buildingSMART.

  • Currículo, corpo docente e certificação. A independência editorial diante dos patrocinadores é responsabilidade dela
  • Banca e projeto real como padrão das trilhas: "competência demonstrada é outra coisa"
30+anos em desenvolvimento profissional
RM
Crescimento, mídia e tecnologia

Ricardo Marques

Empresário de marketing, mídia digital e educação, com diversos cases de sucesso e clientes de peso. Tech Provider da Meta.

  • Opera a máquina de aquisição da casa: CRM, WhatsApp oficial, atribuição, automação e o pixel com histórico, que passam a servir a plataforma
  • Responsável pelo ciclo que se paga: front-end, mídia e funil, com os números da casa já auditados
25+anos em marketing, mídia digital e educação

Especialistas que já lecionam ou palestram com a casa

Alexandre Miranda

Engenheiro civil, AltoQI. Comissão ABNT/CEE-134 e GT-01 do chapter brasileiro da buildingSMART. Mestrando em inovação da construção (USP).

Rafael Andrade

Coordenação técnica da trilha Madeira Estrutural. Gestor de implantação na Kata Machines & Systems.

João Santos da Silva

Engenheiro civil. Diretor executivo do Núcleo SIEM, CTO da Opus Ecosystem. Certificado buildingSMART Professional e ISO 19650.

Luan Hayden

Arquiteto e urbanista. Cofundador da Xcubico Arquitetura Industrializada. Professor do ITIE.

Maria Clara Vianna

Arquiteta. Coordenadora de projetos do Offsite Studio. BIM e construção industrializada.

Humberto Rezende

Engenheiro civil e mecânico industrial. Sócio-fundador da H.A.R. Engenharia de Projetos.

Felipe Basso

CEO da Flowin Engenharia Offsite. Pré-fabricados de concreto e madeira.

Roberto Paolillo

CEO da FrameTech Consultoria.

Renan · Autosite

Engenheiro civil, 18 anos. Fundador da Autosite, pioneira em VDC no Brasil. Docente de pós há 4 anos.

Riscos

O que pode dar errado, e o que já está desenhado para isso.

O front-end não devolve a mídia (ROAS abaixo de 1)
Alta
Teste de 90 dias com a semente de R$ 12 mil/mês antes de escalar; abaixo de 4,5% de conversão o ciclo não cresce e a mídia volta ao nível da semente; a produção continua paga pelas cotas, então não há prejuízo estrutural
Custo de mídia sobe com a escala
Alta
O modelo já assume o CPL dobrando até 2031; orgânico via parceiros, feira e conselhos; comunidade como retenção
Cotas de produção atrasam e o calendário para
Média
Nenhum curso entra em produção sem a cota fechada; vários parceiros por curso; o catálogo cresce no ritmo do patrocínio, não do caixa
B2B sem histórico na casa
Alta
Comercial B2B só depois dos parceiros de indústria; começar pelas construtoras clientes deles; é 11% da receita só em 2031
Patrocínio versus independência editorial
Média
Cláusula contratual; conselho curricular; nenhum curso de sistema único; comparação técnica aberta
Dependência de poucos experts
Média
Contrato por curso com divisão de receita; 9+ experts já ativos; coordenação acadêmica própria
Pós depende de IES parceira
Média
Contrato com a Cândido Mendes; segunda IES como alternativa; a pós é 13% da receita
Pirataria de conteúdo
Média
Marca d'água e DRM; o valor está na trilha, na banca, na comunidade e na certificação, não no arquivo
Ciclo da construção e juros
Média
Qualificação individual sobe em ciclo ruim; B2B e parcerias diversificam
Regulatório: lato sensu e publicidade de credenciais
Baixa
Regras já escritas na casa; alegações banidas documentadas e fora deste material
Próximo passo

Duas portas de entrada. Uma conversa.

O plano completo, o modelo mensal com todas as premissas e a planilha dos três cenários ficam disponíveis a quem sentar à mesa.

Investidor

Participar da rodada

R$ 1,5 milhão para chegar em 2028 com o dobro do tamanho. Conversa de 45 minutos com os sócios, modelo aberto na mesa, perguntas sem filtro.

Agendar conversa
Indústria

Patrocinar a produção de um curso

Sua marca dentro das aulas, sua planta como set, bônus com lista de fornecedores e o primeiro contato com quem vai especificar e comprar nos próximos dez anos.

Quero ser parceiro de produção

Ou por e-mail: contato@imc2.com.br

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