Cursos, trilhas, mentorias e uma comunidade de negócios para quem projeta, fabrica, monta e gere a nova construção civil. Produzidos em estúdio com os melhores especialistas do setor. A produção é paga por quem fornece ao setor; o tráfego se paga com os cursos de entrada; a equipe cresce com a receita.
O negócio se paga desde 2027EBITDA positivo sustentado a partir de julho de 2027, sem aporte. Caixa mínimo de R$ 81 mil.
A produção é paga pela indústriaCotas de merchandising cobrem 100% da produção. Nenhum curso entra em produção sem cota.
O tráfego se pagaOs cursos de entrada devolvem a mídia; o que devolvem vira a mídia do mês seguinte. A escada é o lucro.
O capital compra velocidadeR$ 1,5 mi levam a receita de 2027 de R$ 5,7 mi para R$ 10,2 mi. A rodada não cobre prejuízo.
Três forças convergem no mesmo momento, e nenhuma delas depende de nós.
Obras de médio e grande porte registraram déficits de até 30% na força de trabalho em 2025. A escassez "impediu a adoção de novas tecnologias, como o BIM". Industrializar é a resposta do setor à falta de gente, e industrializar exige formação nova.
Fase 1 em 2021 (projeto), fase 2 em 2024 (execução e gestão de obra), fase 3 em 2028 (gestão do ativo). A Lei 14.133/2021 dá ao BIM uso preferencial nas licitações. Quem contrata com o poder público precisa de gente certificada.
O Minha Casa, Minha Vida teve orçamento recorde de R$ 180 bilhões em 2025 e meta de 3 milhões de unidades até 2026. Velocidade dessa ordem só a fábrica entrega. O mercado modular da América Latina foi estimado em US$ 7,9 bilhões em 2025.
É a tese do ITIE desde a primeira Expo Off-Site, e é exatamente o vazio do mercado: uma escola que não vende um sistema construtivo, mas ensina integração de sistemas. Steel frame, wood frame, pré-fabricado de concreto, madeira engenheirada, modular e BIM, com o mesmo rigor e na mesma trilha.
A promessa ao aluno é a do Madeira Estrutural: "Certificado, todo curso entrega. Competência demonstrada é outra coisa."
Cada curso vende sozinho e compõe uma trilha. Quem entra por um curso rápido recebe crédito para subir de degrau. O curso rápido sozinho não paga a aquisição; a escada paga.
Padrão cinematográfico: câmeras de cinema, luz, som, cenografia. E o que nenhum curso de tela consegue: a linha, a máquina e a montagem gravadas na planta do parceiro. Cada produção é paga por fornecedores e patrocinadores antes de começar.
Todo conceito tem um "onde isso te morde". O aluno sai com um produto, não com um certificado.
Não é fórum de dúvidas. Donos de construtoras que estão industrializando, fundadores de fábricas de painéis, escritórios de projeto para fabricação, incorporadores que compram offsite, fornecedores. Grupos por papel, rodadas de negócio, encontros na Expo Off-Site.
Sem capex no início. A plataforma própria, paga pelo caixa, nasce sobre a infraestrutura que a casa já opera (CRM, WhatsApp, atribuição), porque os dados do aluno e a comunidade são o ativo estratégico e o B2B exige multi-tenant.
Quem faz uma trilha de steel frame vai especificar perfis, placas, isolamento, fixadores e máquinas pelo resto da carreira. Para o fabricante, estar dentro do curso é presença na decisão de compra na origem.
Paga a produção em cotas de merchandising: R$ 40 mil por curso rápido, R$ 110 mil por formação, R$ 320 mil por trilha. Vários parceiros por curso.
A cota banca 100% da produção cinematográfica. A planta do parceiro vira set; o produto vira referência didática. Nada sai do caixa.
Independência editorial por contrato. Nenhum curso ensina um sistema só; a comparação é técnica e aberta.
Aprende com o material real, na escala real. Recebe oferta exclusiva do parceiro. Consentimento sempre explícito.
Marca dentro das aulas, bônus com lista de fornecedores e canal de contato, perfil agregado dos alunos e o primeiro contato com quem vai comprar.
em cotas: R$ 8,9 mi pagam 100% da produção de 70 cursos, 23 formações e 11 trilhas; R$ 3,9 mi de patrocínio institucional a partir de 2028.
As marcas que já expõem na Expo Off-Site e as empresas dos experts que já lecionam com a casa: fabricantes de perfis e placas, madeira engenheirada, pré-fabricados, máquinas para fabricação, software de engenharia.
por patrocínio ainda em 2026, antes do lançamento. É o primeiro gatilho do plano e o primeiro teste da tese.
Regime de 2028, cenário base. Cem leads pagos a R$ 20. O front-end devolve quase toda a mídia; a escada e a comunidade são o lucro. O que o front-end devolve vira a mídia do mês seguinte, e nada além de uma semente de R$ 12 mil por mês sai do caixa.
100 leads pagos a R$ 20 (hoje: R$ 17,65 real).
6 compradores de curso rápido, 1,5 curso cada: R$ 3.123 brutos, R$ 1.850 líquidos após taxas, impostos e expert. 93% da mídia de volta.
2,8 compradores sobem para formação, trilha ou mentoria: R$ 5.509 brutos, R$ 3.264 líquidos.
2 assinantes, 20 meses de vida média. Total: R$ 6.835 líquidos por R$ 2.000, R$ 3,4 por R$ 1.
Três papéis, uma regra clara. O patrocinador de indústria paga pela presença e não participa da receita; o investidor de produção aporta o custo de um curso e participa até recuperar o dobro.
Entre abril e setembro de 2026, sem plataforma e com cerca de R$ 10 mil de mídia, a casa gravou 814 leads. A demanda é individual, nacional, chega pelo celular e quer credencial.
O BIM Foundation Preparatório vende a R$ 940 (12× R$ 99) com convênio Crea-TO a R$ 752. A campanha da aula gratuita entregou 273 cadastros auditados a R$ 17,65 cada, com 17,4% de conversão na página. 643 contatos já estão no CRM e no WhatsApp oficial da casa.
É o degrau "Formações" da escada, já em produção. Os degraus de cima nascem sobre ele.
O ITIE é provider credenciado da certificação internacional. O BIM Foundation Preparatório já vende a R$ 940.
7 edições, 700+ marcas, Escola Expo Off-Site com 150 participantes por dia. A maior feira do setor na América Latina.
Convênio Crea-TO ativo (20%), minuta com o CREA-SC, Faculdade Cândido Mendes na pós, AltoQI como parceira tecnológica.
Pixel com histórico, CRM próprio, WhatsApp oficial (qualidade GREEN), 643 contatos sincronizados, 7 templates aprovados.
profissionais ativos: 1,15 milhão no sistema CONFEA/CREA e 245 mil no CAU.
engenheiros civis (369 mil) e arquitetos (245 mil): o núcleo que projeta, fabrica e gere. A R$ 1.400 por aluno/ano, ≈ R$ 860 mi de potencial B2C.
do SAM: 18.056 alunos pagantes no ano. Sem contar B2B, parcerias e comunidade.
é o mercado modular da América Latina (2025). Versão em espanhol a partir de 2029, pela ponte da Expo Off-Site.
Não é o conteúdo isolado, que se copia. É a combinação de rede (feira, provider, conselhos), catálogo integrado em escada e comunidade de negócios. Cada parceiro de indústria e cada aluno formado aumenta o custo de replicar.
Referência de escala no país: a Alura chegou a R$ 500 milhões de receita ensinando tecnologia, metade em B2B.
Toda premissa está declarada no arquivo do modelo. Três regras estruturais: a mídia de cada mês é o que o front-end devolveu no mês anterior; a produção entra como cota e sai como custo; a folha é 20% da receita do mês anterior, a partir de R$ 120 mil/mês. Antes disso, os sócios operam.
Custo por lead R$ 20 · o front-end devolve 93% da mídia · valor líquido de 100 leads em 12 meses R$ 6.835 · retorno por R$ 1 de mídia R$ 3,4.
CAC R$ 203 · receita B2C no ano R$ 1.140 · margem bruta de curso após taxas, impostos e expert 59% · LTV/CAC ≈ 3,3× sem contar comunidade.
A conversão do front-end (6% dos leads; abaixo de 4,5% o tráfego deixa de se pagar e o ciclo para de crescer), a cobertura da produção pelas cotas, o preenchimento das turmas da pós a 24× R$ 500, e o B2B, a premissa com menos lastro histórico.
Sem aporte, o cenário base fecha 2027 no azul com caixa mínimo de R$ 81 mil. A rodada não existe para cobrir prejuízo: existe para chegar em 2028 com o dobro do tamanho.
Aporte único na assinatura, 4º trimestre de 2026. No modelo, o cenário acelerado consome no máximo R$ 0,36 mi do aporte antes de a receita repor; o restante é reserva para o descasamento de recebíveis e para o cenário conservador, que precisa de R$ 0,84 mi de fôlego.
R$ 10,2 mi contra R$ 5,7 mi no base. 8.064 alunos pagantes contra 3.716.
R$ 44,5 mi contra R$ 36,4 mi. EBITDA de R$ 8,7 mi (20%) contra R$ 5,5 mi (15%).
contra R$ 13,3 mi sem o aporte. O capital volta multiplicado antes do quinto ano.
Se R$ 1,5 mi corresponderem a 10% do capital, a avaliação pós-investimento é de R$ 15 mi. No cenário acelerado, em 2031 a empresa fatura R$ 44,5 mi com EBITDA de R$ 8,7 mi e R$ 22,4 mi em caixa; a múltiplos de referência de 2–3× a receita, 10% valeriam entre R$ 8,9 e R$ 13,4 mi. Mesmo no cenário base sem aporte (R$ 36,4 mi de receita), a participação valeria entre R$ 7,3 e R$ 10,9 mi.
A estrutura (equity, mútuo conversível, percentual) é decisão dos sócios com assessoria jurídica. O investidor de perfil industrial pode entrar também como Parceiro de Plataforma, com presença comercial imediata e sem diluição. Projeção sobre premissas declaradas, não promessa.
4 cursos rápidos pagos por patrocínio e gravados · front-end pago em teste com R$ 12 mil/mês · plataforma de mercado no ar
8 cursos no ar · comunidade aberta · primeira turma da pós a 24× R$ 500 · ROAS do front-end validado (meta ≥ 1,2)
A receita passa de R$ 120 mil/mês e começa a contratar. Ano fecha com 14+ cursos, 3 formações, 1 trilha, ~3.700 alunos pagantes e R$ 5,7 mi
Paga pelo caixa · 9.300 alunos no ano · 10 contratos B2B · 2 trilhas · R$ 14,1 mi · 11% de EBITDA
Versão em espanhol · primeiros parceiros no Chile e na Colômbia · 25 contratos B2B · R$ 22,0 mi
18 mil alunos/ano · 80 contratos B2B · 5,7 mil assinantes · R$ 36,4 mi · 15% de EBITDA · R$ 13,3 mi em caixa
A instituição que já forma o setor, a coordenação acadêmica e a operação de crescimento. A equipe inicial são os sócios, remunerados pelo resultado; a partir de R$ 120 mil/mês de receita, 20% da receita do mês anterior vira contratação. A receita paga a equipe, nunca o contrário.
Instituto de Tecnologias de Industrialização das Edificações. Único instituto no Brasil dedicado exclusivamente à industrialização da construção. Não vende um sistema construtivo: ensina integração de sistemas.
Diretora pedagógica do ITIE e diretora acadêmica da Construtiva. Coordenadora pedagógica da certificação International Foundation buildingSMART.
Empresário de marketing, mídia digital e educação, com diversos cases de sucesso e clientes de peso. Tech Provider da Meta.
Engenheiro civil, AltoQI. Comissão ABNT/CEE-134 e GT-01 do chapter brasileiro da buildingSMART. Mestrando em inovação da construção (USP).
Coordenação técnica da trilha Madeira Estrutural. Gestor de implantação na Kata Machines & Systems.
Engenheiro civil. Diretor executivo do Núcleo SIEM, CTO da Opus Ecosystem. Certificado buildingSMART Professional e ISO 19650.
Arquiteto e urbanista. Cofundador da Xcubico Arquitetura Industrializada. Professor do ITIE.
Arquiteta. Coordenadora de projetos do Offsite Studio. BIM e construção industrializada.
Engenheiro civil e mecânico industrial. Sócio-fundador da H.A.R. Engenharia de Projetos.
CEO da Flowin Engenharia Offsite. Pré-fabricados de concreto e madeira.
CEO da FrameTech Consultoria.
Engenheiro civil, 18 anos. Fundador da Autosite, pioneira em VDC no Brasil. Docente de pós há 4 anos.
O plano completo, o modelo mensal com todas as premissas e a planilha dos três cenários ficam disponíveis a quem sentar à mesa.
R$ 1,5 milhão para chegar em 2028 com o dobro do tamanho. Conversa de 45 minutos com os sócios, modelo aberto na mesa, perguntas sem filtro.
Agendar conversaSua marca dentro das aulas, sua planta como set, bônus com lista de fornecedores e o primeiro contato com quem vai especificar e comprar nos próximos dez anos.
Quero ser parceiro de produçãoOu por e-mail: contato@imc2.com.br